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sábado, 21 de junho de 2014

G. K. Chesterton


 Gilbert Keith Chesterton, (1874-1936), nasceu em Inglaterra, e foi um dos nomes mais importantes da literatura policial dos primeiros anos do século XX, influenciando muitos outros autores. Criou a personagem do Padre Brown.
Trata-se de um padre católico que resolve casos mais pela análise das características psicológicas dos intervenientes do que por uma dedução a partir de pistas que o criminoso vai deixando.
Chesterton mais do que criar histórias em que se pretende entregar os criminosos à justiça, destrói as falsas aparências com que determinados factos e várias personalidades podem ser interpretados, sendo um inovador na literatura policial. 

quarta-feira, 30 de abril de 2014

Patricia Highsmith

Patricia Highsmith, (1921-1995), foi uma escritora norte-americana que publicou a sua primeira obra em 1950,Strangers on a Train, editada em Portugal pela Colecção Vampiro sob o título O desconhecido do Norte-Expresso. Este romance foi  adaptado ao cinema  logo no ano seguinte por Alfred  Hitchcock, sendo Raymond Chandler um dos dois escritores que fizeram a adaptação da novela para o argumento cinematográfico.
As personagens que Patricia Highsmith  cria  são psicologicamente densas, com os seus recalcamentos e frustrações a aflorarem quando as circunstâncias as  atiram para comportamentos fora da norma., vivendo por vezes à margem da lei.
A sua criação mais famosa é Mr. Ripley, o assassino sem escrúpulos, completamente amoral, que mata por prazer, que mata para obter lucro e que escapa sempre à polícia.
Quando Mr Ripley surgiu, já havia na literatura policial personagens principais que estavam á margem da lei. Mas a sua marginalidade era simpática. Quase sempre era o bandido que acabava por ajudar a polícia, mesmo contra a vontade desta, e que vivia à margem da lei devido às injustiças da sociedade ou do sistema judicial.
Ripley é diferente. É simplesmente um assassino e o leitor aceita-o como tal e deseja que ele escape.
São cinco as novelas que Patricia Highsmith escreveu para esta personagem:

The Talented Mr Ripley, Ripley Underground, Ripley's Game, The Boy Who Followed Ripley E Ripley Under Water.

segunda-feira, 24 de março de 2014

Mário Domingues

Faz hoje 77 anos que faleceu, em 24 de março de 1977, Mário Domingues.
Nascido na ilha do Príncipe em 3 de Julho de 1899, que  na época era parte constituinte do território português ultramarino, veio ainda criança para  a metrópole, para casa de uma avó.
Publicou a sua primeira novela policial, O Homem sem boca, que ficou incompleta, na coleção  Novela Policial. Em 1954, no primeiro número da coleção ABC Policial, editada por Artur Varatojo, Mário Domingues deu um final a essa novela.
No que concerne à literatura policial escreveu apenas um romance sob o seu nome, O crime de Sintra, em 1938, publicado no número 14 da coleção Detective. Todos os outros foram publicados sob os mais variados pseudónimos. Fica aqui a lista de alguns que Mário Domingues utilizou, não sendo de excluir que existam outros ainda desconhecidos: Fred Criswell, Henry Jackson, James Black, Joe Waterman, Marcel Durand, Max Felton, Nelson McKay, Peter O’Brion, Thomas Birch e W. Joelson.
Na literatura para os mais jovens criou o aventureiro russo Anton Ogareff e o cow-boy Billy Keller, com vários livros publicados, utilizando um pseudónimo com nome duplo, Henry Dalton e Philip Gray.
Teve também obra de relevo na divulgação da história de Portugal, com a publicação das biografias de várias personagens históricas, que lhe valeu a atribuição do grau de Oficial da Ordem de Sant'Iago da Espada, destinada a distinguir individualidades de relevo nas Ciências, nas Artes e nas Letras

sábado, 1 de março de 2014

Georges Simenon

Georges Simenon -(1903-1989)- marca a literatura policial com a sua personagem Maigret, comissário da polícia Judiciária Francesa.
Simenon trouxe um novo estilo ao romance policial da Europa. Com ele o crime passou a ser um mero acessório da história. As personagens são o mais importante; os seus impulsos, os seus ódios, os seus amores e o meio social onde vivem. O criminoso comete sempre o crime porque um conjunto de razões exteriores o levam a isso.
Simenon retrata toda a sociedade francesa, desde a mais alta sociedade burguesa e aristocrática, às prostitutas e bêbados dos bairros que vagueiam nas ruas, mostrando como surge o crime e o que o motiva. Expõe o íntimo das personagens, e é essa a via utilizada para colocar Maigret a descobrir o criminoso.
Com Simenon existe sempre uma razão objetiva e real para cometer o crime e, muitas vezes, o criminoso recebe a compreensão e simpatia do polícia, que o prende apenas porque é o seu dever.
Apesar de ter um grande número de romances e novelas utilizando a personagem  de Maigret, Georges Simenon tem ainda mais obras em que não o faz, tornando-se num escritor extremamente prolífico, mas mantendo uma elevada qualidade, criatividade e originalidade.

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Edgar Wallace

Passam hoje 82 anos da data em que faleceu, em 10 de Fevereiro de 1932, o prolífico escritor Edgar Wallace.
Este autor inglês, nascido em 1 de abril de 1875, é bastante conhecido em Portugal, com várias obras publicadas em algumas das coleções policiais editadas no nosso país na segunda metade do século passado.
Apesar de ser um campeão de vendas, nunca foi muito bem aceite pelos seus colegas escritores contemporâneos nem pela crítica, que não lhe reconheciam qualidade nos quase 200 romances e cerca de 1000 contos escritos.
De entre as suas criações mais famosas, ficou a personagem  

sábado, 10 de outubro de 2009

Margery Allingham

Margery Allingham nasceu em 20 de Maio de 1904, tendo falecido em 30 de Junho de 1966. Em 1929 escreveu The Crime at Black Dudley, também conhecido como The Black Dudley Murder. É neste romance que surge Albert Campion o aristocrata inglês, que no entanto tem como melhores amigos alguns dos maiores vigaristas e ladrões.
As primeiras histórias de Albert Campion seguem uma linha de aventuras que se sucedem numa sequência de episódios, estando o aspecto policial como mero acessório.
A partir de Death of a Ghost, em 1934, que foi editado em Portugal sob o tíltulo Morte de um fantasma, a série aproxima-se das características do policial mais clássico, com o crime o processo de dedução que conduz à descoberta do criminoso.
O último livro de Margery Allingham, A Cargo of Eagles, foi terminado por pelo seu marido Philip Youngman Carter, apósa morte da escritora.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Earl Derr Biggers

Earl Derr Biggers foi um escritor americano, nascido em 26 de Abril de 1884 e falecido em 5 de Abril de 1933.
Escreveu vários livros de mistério, mas a sua principal criação foi o detective de origem chinesa, pertencente à polícia de Honolulu, Charlie Chan.
Devido às características da personagem a sua linguagem é bastante metafórica, o que torna a leitura agradável.
O seu livro, não pertencente à série de Charlie Chan, Seven Keys to Baldpate, teve 7 adaptações cinematográficas além de também ter sido representada em teatro.

sábado, 12 de setembro de 2009

S. S. Van Dine

S.S. Van Dine é o pseudónimo do escritor e crítico Willard Huntington Wright nascido em 1888 e falecido em 1939. Era um amador de arte e música, tal como a personagem de detective amador que criou: Philo Vance.
Em 1907 tornou-se crítico literário no Times de Los Angeles, ocupando igual cargo no Town Topics entre 1910 e 1914. Até 1923 continuou a escrever crítica literária, livros sobre arte e música e ainda um romance em 1916.
Devido ao seu estado de saúde, entre 1923 e 1926 foi obrigado a descansar. Nesse período reuniu uma biblioteca de cerca de 2000 livros de criminologia e literatura policial. Achando que a literatura policial nos Estados Unidos era desinteressante e sem qualidade decidiu escrever para um público mais exigente e assim nasceu O caso Benson. O sucesso da sua obra levou-o a escrever 12 livros da série Philo Vance, contrariando a sua teoria que nenhum escritor tinha mais do que meia dúzia de boas ideias para escrever bons livros policiais. A sua teoria tem confirmação na sua obra, com os diferentes livros a possuírem uma qualidade bastante desigual.

sábado, 22 de agosto de 2009

Nicholas Blake

Nicholas Blake é o pseudónimo do escritor Cecil Day-Lewis, (1904-1972), nascido na Irlanda.
Em 1935 escreveu a sua primeira obra do género policial, A Question of Proof, onde criou o detective amador Nigel Strangeways. O livro teve um enorme sucesso.
É o autor de uma dos mais interessantes e mais originais romances policiais de sempre , The Beast Must Die, ( A fera tem de morrer, em português),escrito em 1938.
As suas obras além do enredo policial, têm a distinção literária de alguém que dominava muito bem a arte da escrita, a que se acrescenta a sua sensibilidade de grande poeta.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Dashiell Hammett

Dashiell Hammett (1894- 1961) foi um escritor americano. Não se pode falar da evolução da literatura policial sem referir este autor. É um dos criadores de uma nova abordagem deste estilo literário, deixando o crime socialmente asséptico com o detective genial que tudo resolve, e criando o género que ficou conhecido como “'hard-boiled”.
Agente da Continental e Sam Spade foram as suas criações que ficaram para a história.
Vários do seus livros tiveram adaptações teatrais e cinematográficas, sendo algumas hoje consideradas clássicos do cinema.
Ao realismo das suas histórias não será alheio o seu trabalho na famosa agencia de detectives Pinkerton, que lhe permitiu colher elementos e viver de forma concreta o submundo do crime.

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Maurice Leblanc

Maurice Leblanc nasceu em Rouen, França, em 11 de Novembro de 1864. Possuidor de uma imaginação viva, desde cedo manifestou intenção de se dedicar à escrita.
Apesar dessa sua vontade, teve que trabalhar numa fábrica do seu pai, até que conseguiu finalmente ir para Paris, onde começou por trabalhar como jornalista.
Foi em 1905 que criou a personagem de Arséne Lupin, num pequeno conto para o magazine “Je sais tout”. O sucesso foi tão grande, que o editor lhe pediu mais contos.
Até 1935 muitos contos, romances e peças de teatro se seguiram.
Durante a ocupação alemã da França na I Guerra Mundial a obra de Leblanc esteve proibida, pois a obra “L’eclat d’obus” publicada durante a guerra 1914-18 desagradara aos alemães. Morreu em 6 de Novembro de 1941.

domingo, 12 de julho de 2009

Frank Gruber

Frank Gruber (1904 -1969) foi um escritor norte-americano nascido numa localidade do estado do Minesotta. Aos 16 anos fugiu de casa e alistou-se no exército durante um ano.
Em 1934 foi viver para Nova Iorque.
O seu primeiro romance policial, O enigma do quarto fechado, surgiu em 1940, criando a dupla de personagens Johnny Fletcher e Sam Cragg, protagonista de mais 13 romances.
Além destas duas personagens, criou ainda uma outra dupla: Simon Lash e Eddie Slocum.
Otis beagle e Joe Peel constituem a terceira dupla saída da imaginação deste romancista.
Foi também um prolífico escritor de contos. Para este género literário criou uma outra personagem : Oliver Quade, a enciclopédia humana.
Frank Gruber tem uma escrita simples, faz um uso excelente dos diálogos e as suas obras estão repletas de situações humorísticas, mostrando ainda um profundo conhecimento da história do Oeste Americano.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Dorothy Sayers

Dorothy Leigh Sayers foi uma escritora inglesa nascida em 13 de Junho de 1893, tendo falecido em 17 de Dezembro de 1957. Foi uma das fundadoras do Detection Club.
A sua principal criação na literatura policial é Peter Wymsey, um aristocrata inglês, que surge em diversos romances e contos, tendo tido a sua primeira aparição em 1923 em Whose Body, (O mistério de Battersea).
Montague Egg é uma outra personagem criada por Sayers e com aparição em vários contos.
Embora Dorothy Sayers escreva na chamada Idade de Ouro do romance policial, caracterizada por na narração apenas interessar o puzzle do crime e a sua resolução, os seus livros são pioneiros na abordagem de discussões éticas e sociais inseridas numa história de crime.
Embora seja conhecida mundialmente pela obra na literatura policial, o seus trabalhos são muito mais abrangentes, indo desde a crítica à tradução e ao ensaio. Saliente-se a tradução feita para inglês da Divina Comédia.

terça-feira, 2 de junho de 2009

Agatha Christie

Agatha Christie, (1890-1976), a Rainha do Crime, publicou o seu primeiro livro policial em 1920, O misterioso caso de Styles (The Mysterious Affair at Styles).
Criou diversas personagens que utilizou nas dezenas de romances e contos que escreveu: Hercule Poirot, Tommy e Tuppence, Miss Jane Marple, Ariadne Oliver, Harlequim e Parker Pine.
As suas personagens têm todas características bem distintas e a sua forma de actuar e resolver os mistérios e crimes onde se envolvem também é diferente. Os métodos de Miss Jane Marple nada têm a ver com os e Poirot, nem os deste com os de Harlequim.
Além dos textos escritos para estas personagens, tem muitos outros romances que não pertencem a qualquer uma destas séries.
É também autora de várias peças teatrais de cariz policial, a mais famosa das quais, A ratoeira, (The mousetrap), se mantém em cena desde 1952, com mais de 23 000 representações.
Devido à sua prática como enfermeira, adquiriu conhecimento sobre venenos. É uma das autoras que mais usa o veneno como arma do crime.
O cinema usou vários dos seus livros para adaptação, estando alguns filmes recheados de estrelas de Hollywood. A televisão também fez várias adaptações de muitos casos de Miss Marple e de Poirot.

sábado, 16 de maio de 2009

Dick Haskins



Dick Haskins é o pseudónimo literário de António Andrade de Albuquerque, escritor português nascido em Lisboa em 18 de Novembro 1929.
O facto de os leitores portugueses não aceitarem bem os autores nacionais levou-o, por exigência editorial, a utilizar um pseudónimo com nomes ingleses.
Em 1954 publicou o seu primeiro livro, O isqueiro de ouro, que viria a ser o primeiro de uma série de sucessos editoriais, traduzidos em mais de 20 países. Sem dúvida que o escritor português de livros policiais de maior sucesso e mais conhecido no mundo inteiro.

Romances:

Lisboa 44
A embaixadora
Estado de choque
O sono da morte
A sétima sombra
Porta para o inferno
O isqueiro de ouro
A minha missão é matar
O fio da meada
Premeditação
A hora negra
O espaço vazio
Obsessão
Quando a manhã chegar
O último degrau
O minuto 180
A noite antes do fim
Suspense
Processo 327
O jantar é às oito
Climax
Psíquico
Labirinto
Fim de semana com a morte

Contos

O último fim
Execução
O precipício
Seis minutos roubados
A queda
A vítima
Alma na escuridão
A porta fechada
O momento psicológico

Em 2007 publicou, desta vez sob o seu verdadeiro nome, dois livros fora do estilo policial:
O papa que nunca existiu e O expresso de Berlim.

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Manuel Vazquez Montalban

Manuel Vazquez Montalban nasceu em Espanha no dia 27 de Julho de 1939 e morreu na Tailândia em 18 de Outubro de 2003. A obra de Montalban vai muito para além do género policial, mas foi a personagem do detective Pepe Carvalho que o tornou lido por milhões de pessoas em todo o mundo.
Para os críticos do romance policial, que o menorizam , criticando os autores por se centrarem apenas no crime, Montalban é a resposta que lhe mostra estarem errados. Os livros policiais que escreveu vão muito além do crime. Há todo um contexto histórico e social que acaba até por se sobrepor, por vezes, ao próprio crime. As personagens não são apenas meros peões colocados em locais estratégicos para servirem de suporte ao crime, são elementos com passado, com amores e ódios presentes, inseridas na sociedade, e é esse papel social que têm, que torna relevante a sua presença na história.
Ler os livros da série Pepe carvalho é mergulhar na história recente da Espanha. A história dos últimos 40 anos do século vinte e as transformações políticas e sociais ocorridas no país, encontram-se bem descritas e evidentes na obra de Manuel Vasquez Montalban.

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Leslie Charteris

Leslie Charles Bowyer-Yin, que escreveu sob o nome de Leslie Chateris, nasceu em 12 de Maio de 1907 e faleceu em 15 de Abril de 1993. Além de escritor de histórias policiais foi também argumentista de cinema.
Foi o criador da personagem Simon Templar, mais conhecida por “O santo”, que surgiu pela primeira vez na novela The Saint Meets the Tiger em Setembro de 1928, a que se seguiram muitas dezenas mais.
O Santo é uma personagem que vive na margem da legalidade, tendo em determinada fase sido mesmo perseguido pela polícia. É uma espécie de Robin dos Bosques do século XX.
As histórias escritas por Charteris oscilam entre o género policial, com crime, investigação e descoberta do criminoso, em alguns casos, e a simples história clássica de aventuras, cheia de movimento e riscos para O Santo, mas sem qualquer investigação detectivesca.

domingo, 26 de abril de 2009

Patricia Cornwell

Patricia Cornwell nasceu em 9 de Junho de 1956 em Miami, na Flórida.
Tem uma temática muito específica nas suas obras, abordando temas forenses e tendo quase sempre como criminosos perigosos psicopatas.Aliás, o desequilíbrio psicológico e emocional não é só uma característica dos criminosos, mas de várias personagens secundárias dos seus livros.
Iniciou-se na escrita com um tema não ficcional: A Time for Remembering, mais tarde reeditado com o título Ruth: A Portrait, e que é uma biografia de Ruth Bell Graham.
Foi em 1990 que publicou, Post mortem, aquele que viria ser o primeiro episódio de uma série de sucesso, que tem como protagonista a médica legista Kay Scapetta.
É ainda autora de mais duas séries: Andy Brasil e Win Garano.
Tem quase todos os seus livros editados em Portugal, na Editorial Presença.

sábado, 18 de abril de 2009

Dennis McShade

Dennis McShade é o pseudónimo de Dinis Machado, escritor português nascido em 21 de Março de 1930 em Lisboa e falecido a 3 de Outubro de 2008.
Em 1967 lançou um livro, na colecção Rififi, que então dirigia, onde criaou a personagem de Peter Maynard, um assassino profissional. Trata-se de uma obra diferente no panorama da literatura policial, de um autor que nada a fica a dever aos maiores mestres internacionais, como Chandler ou Hammet.
A sua produção escrita neste género foi curta:
A mão direita do diabo (1967);
Requiem para D. Quixote (1967);
Mulher e arma com guitarra espanhola (1968);
Todos com a personagem Peter Maynard
Está previsto que em 2009 saia um inédito, Blackpot.

terça-feira, 24 de março de 2009

John Dickson Carr

John Dickson Carr nasceu em 30 de Novembro de 1906 nos Estados Unidos. Em 1928 partiu para a Europa com destino à Sorbonne, em Paris.
Em 1929 publicou o seu primeiro romance: It Walks By Night . Entre 1932 e 1948 viveu na Inglaterra, tendo sido admitido como membro do Detection Club. Em 1949, um ano depois de regressar aos Estados Unidos foi eleito presidente do Mystery Writers of América. A partir de 1969, e até à sua morte, teve uma coluna permanente no Ellery Queen Mystery Magazine, sob o título: “The jury Box”.
Morreu em 27 de Fevereiro de 1977.
John Dickson Carr é considerado o mestre dos “crimes em quarto fechado”. São vários os livros que escreveu que se classificam nesta categoria.
Em 1955 Carr afirmou ter encontrado 83 chaves diferentes para crimes em quarto fechado. Já em 1933 no livro The hollow man, no capítulo 17, Carr através da personagem de Fell, desenvolve as suas opiniões acerca do que é um crime em quarto fechado e das várias formas como pode ser cometido.
Escreveu sob vários pseudónimos, sendo o mais conhecido Carter Dickson. Além deste usou também Carr Dickson e Roger Fairburn.
Criou as personagens de Henry Merrivale, Gideon Fell, Henry Bencollin e Coronel March. Esta última personagem apenas surge em contos.