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quinta-feira, 7 de agosto de 2014

O natal de Poirot

Um dos  casos em que Agatha Christie consegue surpreender, apresentando  para autor do crime alguém inesperado, ou pelo menos, de quem não se suspeitaria facilmente.
Do ponto de vista da construção é uma obra interessante, com  a autora a imiscuir-se em caminhos difíceis: o crime no quarto fechado, que como se sabe não é possível, tendo na verdade que se descobrir qual é a abertura do quarto que permitiu cometer o crime.
Pena, mais uma vez, as personagens parecerem falsas e pouco reais, representando estereótipos que não podem ser sujeitos reais.  

A vítima, por exemplo, tem características que a transformam num ser abjecto, sem sentimentos e cruel, como se a morte violenta fosse o único fim que se poderia esperar.

terça-feira, 27 de maio de 2014

Poirot e os 4 relógios

Poirot e os 4 relógios não será uma das melhores obras de Agatha Christie.
A escritora usa um truque já utilizado em outras obras: a testemunha que sabe, mas não desconfia do que sabe. As palavras usadas pela testemunha poderiam ter duas leituras, mas um leitor conhecedor do estilo de Agatha Christie, quando lê a frase que essa testemunha diz ao polícia, fica imediatamente a perceber por quem é que pode ter sido cometido o crime.
Poirot e os 4 relógios é uma história em que a trama gera excessivas coincidências, com as personagens a terem demasiadas relações entre si. 
Em termos de processo narrativo é um livro interessante, pois este é um caso em que  Poirot não investiga. Descobre quem cometeu o crime a partir do relato que lhe é feito por um dos investigadores.

Da resolução do caso permaneceram várias interrogações que não tiveram resposta cabal, não ficando claro onde foi cometido o crime e como apareceu a vítima nesse local.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Morte entre as ruínas

Morte entre as Ruínas leva-nos a um crime cometido na cidade arqueológica de Petra.
Percebe-se que Agatha Christie conhece os locais onde a acção decorre pois consegue transmitir perfeitamente todas as emoções que o local transmite e insere os elementos naturais no desenrolar da história de um modo, que parece que só naquele local aquele crime poderia ter ocorrido.
Trata-se de um daqueles romances de Agatha em que todos os pormenores que levam à descoberta do criminoso estão lá, e o leitor atento, com facilidade, no último quarto do livro sabe quem cometeu o crime e até percebe o motivo.
Como em muitas obras da escritora as personagens são um pouco irreais. Falta algo de humano às pessoas que marcham defronte nos olhos. Ninguém é tão mau assim , ninguém é tão bom nem ninguem é tão ingénuo .


sexta-feira, 26 de março de 2010

Morte ao Sol

Filmado na ilha espanhola de Maiorca, Evil under the Sun é mais uma das adaptações feitas à obra de Agatha Christie. Com Peter Ustinov no papel de Hercule Poirot, esta adaptação de 1982 conta ainda com a participação de Jane Birkin num dos principais papeis.
Em Portugal o filme é conhecido como Morte ao Sol, enquanto o livro editado pela editora Livros do Brasil saiu com o título: As férias de Poirot.
O detective belga está de férias numa estância balnear, quando se vê envolvido num crime, que como sempre acabará por desvendar.
Uma das melhores obras de Agatha Christie que merece ser vista em filme

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

O enigma do sapato


Um suicídio, que não convence Poirot, e mais dois homicídios. Embora não se veja qual o elo de ligação entre os casos, as vítimas estiveram em contacto umas com as outras.
Vai ser o detective belga quem mais uma vez deslindará o caso.
Não sendo uma das obras mais inspiradas de Agatha Christie, vale a pena fazer a sua leitura.
Não fugindo ao seu estilo, desta vez Agatha não surpreende.
Desde cedo, um leitor conhecedor da autora, consegue prever quem é que ela apresentará como criminoso. O motivo já será mais difícil de adivinhar, mas Agatha Christie também deve ter considerado essa dificuldade, visto ter construído uma explicação pouco realista. Mesmo o modo como os crimes foram cometidos não assenta bem em quem cometeu o crime, devido à elaborada planificação feita.
Este livro também se encontra traduzido como Os crimes patrióticos.

domingo, 30 de agosto de 2009

Cinema - Morte no Nilo

Morte no Nilo é um dos livros de Agatha Christie influenciado pelas viagens que a autora fez com o marido, o arqueólogo Max Mallowan.
O filme, baseado na obra com o mesmo nome, (Death on the Nile), foi realizado por John Guillermin em 1978 e estava recheado de actores e actrizes muito famosos: Peter Ustinov (no papel de Hercule Poirot), Jane Birkin, Mia Farrow, Bette Davis, David Niven, a par com outros menos conhecidos.